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    June 10

    11º Encontro Locaweb de profissionais de internet

    9 de Junho, 2009
    Centro de Convenções SulAmérica AIG, Estácio, RJ
    Manhã e Tarde

    Gilberto Mautner, um dos presidentes abriu as palestras falando sobre "Tendências de mercado na internet", dando exemplos de Cloud Computing na Locaweb, que permite mudar as configurações de seu plano de hospedagem "on the fly", durante o seu uso, através de controles deslizantes no Painel de Controle. Embora o conceito de Cloud  passe pela virtualização de software, ele pode ser entendido como virtualização de serviços: pode-se rodar num único servidor vários sistema operacionais, e cada um na rede é visto como um computador independente. Isso permite ter num único computador dois servidoires de email compartilhando um mesmo processador e memória o que evita subaproveitamento da CPU ou memória RAM do computador.
    Citou ainda o caso do site www.camiseteria.com que se utiliza desses serviços de Cloud, crescendo conforme a sua necessidade real. Por fim, mostrou que redes sociais não são apenas sites de relacionamento, como no caso do camiseteria.com onde a rede de usuários define o conteúdo (estampas que os usuários enviam são exibidas para votação) e o comércio (as estampas mais votadas são comercializdas no site, o autor ganha um percentual das vendas).
     
    Fabio Akita fez a palestra mais impressionante, sobre "Agilidade e qualidade de projetos", ou desenvolvimento ágil de projetos, que em resumo, trata do que se chama "contrato de risco fixo" versus "contrato de risco compartilhado".
    Um pouco de história: o modelo Ford foi o inspirador do modelo Toyota, porém, como os contextos eram distintos (EUA rico e Japão pós-2ª guerra em recessão) criou-se no Japão um modelo de produção onde assume-se o fato de que é impossível prever o futuro em qualquer projeto; assim sendo faz-se um contrato de confiança mútua entre cliente e contratado, dividindo-se lucros e prejuízos.
    Essa filosofia de trabalho - que não é uma metodologia - troca os tradicionais papéis onde o cliente está de um lado e o desenvolvedor de outro; nesse novo modelo  ambos passam a desenvolver o projeto juntos, focando o essencial do projeto primeiro e deixando-se requerimentos menos importantes ou menos urgentes para o final.
    Esta é uma relação de trabalho baseada na confiança e transparência: erros devem ser colocados e assumidos, e estratégias para prevenir novos erros são levantadas em grupo, sem a famosa "caça às bruxas tão comum no meio corporativo ocidental capitalista.
    Foi a melhor palestra tanto pela profundidade em que o tema foi abordado, experiência/conhecimento de causa do palestrante (que citou cases internacionais) como na aplicação prática da palestra - gerência de projetos.
     
    A palestra "O Google além das buscas", com executivos do Google Brasil, mostrou o lado"prático" das ferramentas de análise e monitoramento de publicidade do Google: as ferramentas podem predizer, baseadas em estatísticas, desde o futuro campeão do BBB (Big Brother Brasil) até qual é a melhor versão de seu site (p.ex. se você disponibilizar 3 versões de seu site as ferramentas exibem aleatóriamente as 3 versões para os leitores, gerando estatísticas de qual foi mais acessada)
    Enfim, o Google disponibiliza excelentes ferramentas gratuitas e pagas para otimização de sites e publicidade na web, com riqueza de recursos e opções (você pode pagar por propaganda por tempo de exibição, cliques ou exibições que forem seguidas de cliques apenas,  p.ex.).
     
    Foi perguntado se sites que oferecem recursos para posicionar sites no topo das pesquisas "enganando" o Google são factíveis; embora o palestrante não tenha se pronunciado em relação a sites "não-oficiais" fica claro que, embora existam artimanhas para se posicionar no topo das pesquisas, há programas e pessoas no Google que trabalham para evitar esses tipos de fraude, que se exitirem, não devem durar muito.
     
    René de Paula Jr. fez uma das alestras mais "design" do evento "A internet além da web", mostrando tecnologia Silverlight da Microsoft, que se propõe a ser um misto de Flash (na interatividade) e JAVA (multi plataforma e navegador). O silverlight permite que você navegue numa aplicação online de animação pesada (40MB, p.ex.) como se não pesasse mais do que 40kb, e ainda possa enviar ou guardar o "link direto" para a informação que você localizou.
    Além disso, permite que você salve no seu computador, com facilidade, a aplicação que você visualizou, independente do navegador em questão (Firefox, Google Chrome ou Internet Explorer).
    Ou seja, é uma revolução da Microsoft, que pretende ofereceruma divisão de produtos para web com "cara de Adobe Systems" ou Apple.
    "O novo marketing Para a sociedade digital" foi uma palestra de marcelo Tripoli, onde discorreu sobre cases de marketing aplicados a internet: de empresas que difamadas por usuários do YouTube recorreram à justiça, até outras que responderam na mesma mídia, revertendo o efeito negativo de um marketing viral.
     
    "Estratégias em sites de busca" foi uma palestra teórica de Martha Gabriel sobre como os sites de busca são e podem ser utilizados como ferramenta de informação na internet. Foi interessante até para quebrar o tradicional "clube do bolinha" dos encontros de TI.
     
    Foi um evento muito bem localizado ,próximo ao metrô do estácio, centro do RJ, e com um dos melhores buffets que já desfrutei. Até um almoço (preço razoável, R$10,00) estava disponível aos interessados.
    Locaweb sabiamente está incluindo atrações extras nos eventos, que normalmente são muito lineares; este ano exibiram vídeos do site www.oquequeeisso.com.br , um sitcom/comédia de situações corporativas).
     
    Parabéns Locaweb, sempre excelente naquilo que faz.
     
    Só faço uma observação: neste evento havia, além dos tradicionais dois telões, dois telões menores no centro do palco (?) além de uma projeção secundária sobre uma tela de fundo do palco. Acho que distribuir os telões "médios" nas laterais do auditório para quem está mais no final da platéia seria melhor, pois quem está na frente já tem visão privilegiada do palco.
     
     
     

    June 06

    Palestra SUN:- Open storage

    Data e horário: 04/jun/2009, 17h
    Local: restaurante Porção, aterro do Flamengo, próximo ao Morro da viúva.
     
    O tema, apesar de fugir da minha área de atuação, webdesign, faz parte da vida de qualquer profissional que seja digital: armazenamento de dados. Um senhor problema, uma vez que não há mídia confiável (CD/DVD, Pen Drive, etc) e normalmente temos mais dados do que grana para armazenar.

    Só para fazer um parêntese, este ano já havia começado a comprar HDs novos exclusivamente para guardar trabalhos antigos (afinal, quero que estes trabalhos durem). Regravar CDS/DVDs antigos em mídias novas de tempos em tempos já estava incorporado ao meu dia-a-dia profissional. Como disse alguém, fazer backup (cópia de segurança) é chato. Mais chato ainda é perder seus trabalhos. Ou: backup é como óculos: ter só um é ter nenhum, quando o backup se perde (sempre tenha mais de uma cópia).
     
    Na platéia estava a nata da área de TI, desde provedores de infra-estrutura como gerentes e profissionais de grandes empresas do RJ.
    A palestra teve 3 momentos, o primeiro com a apresentação da empresa Cimcorp pelo gerente de operações, Miguel Carminati  e Antônio Fortes (Presidente da CIMCORP) e o anúncio de novidades como a compra da SUN pela ORACLE. Como aquisições nesta indústria são comuns a SUN adquiriu a DEC na área de Fitoteca, e a própria SUN quase foi comprada pela IBM.
     
    O segundo momento foi a apresentação das soluções da empresa com tecnologia SUN, o Open Storage, uma aula de como fazer dinheiro com software e hardware “aberto”.
    Bruno Moliterno discorreu sobre as inovações da SUN, como o NFS (Network File System, criado pela SUN), os servidores de 64 bits (1ª. alternativa ao mainframe, em UNIX), JAVA (hoje código aberto), Solaris (UNIX da SUN), Open Solaris (Solaris aberto), Spark (processador SUN), Open Spark (processador aberto), Star Office (suíte de aplicativos da SUN), Open Office (Suíte aberta), e os novos conceitos como ZFS (Zeta [*] File System, de 128 bits) Unified Storage e Open Storage.
    Bruno discorreu sobre o mercado de armazenamento que tradicionalmente não apresenta inovações (o Backup de fita passou para discos e ficou nisso até hoje, p.ex) além de estar preso a soluções propietárias. A SUN unificou software aberto e hardware padrão (não-propietário) para criar o conceito de Open Storage ou armazenamento aberto.

    Em seguida discorreu sobre as tecnologias de armazenamento (storage tek), desde a fita (tape library, criada em 1987), passando pelo Disco com cachê (disk cache, em 1986) até o Solid state disk (ou SSD, conhecido como Pen Drive, Flash Drive, memória de câmera ou celularde 1978).
    Por fim exemplificou o conceito da tecnologia SUN que é conhecida como JBOD (Just a Bunch Of Disks – Apenas um monte de discos, literalmente): as informações podem estar armazenadas em discos híbridos (storage hybrid pool): discos tradicionais (acesso rápido), SSDs (ultra rápidos) ou discos SATA (mais lentos), tendo um software (aberto) que distribua os dados entre as mídias existentes, automaticamente (Unified Storage ou armazenamento unificado) conforme a frequência de acesso.
    A crítica que fiz na palestra foi ao questionar a vida útil dos discos SSD, que conforme o palestrante pode ser 50% menor que a de um disco tradicional. Ou seja, dados que precisem ter longa vida não devem ficar num SSD; dados que precisem de acesso rápido, sim.

    Outra crítica minha foi quanto a necessidade de se contratar uma empresa para fazer open sotorage, já que o software é livre e o hardware pode ser qualquer um: o palestrante colocou que os programas oferecidos pela CIMCORP/SUN são programas desenvolvidos dentro de uma filosofia de qualidade que inexiste na área de desenvolvimento de software livre (algo que eu mesmo discuto há algum tempo). No final da palestra um dos representantes da SUN citou que uma empresa brasileira já havia desenvolvido por conta própria o conceito de Open Storage, quando a SUN apresentou sua solução aos clientes. Isso prova que o Open Storage é mais um conceito que uma tecnologia, e pode ser implementada por qualquer um, conforme sua necessidade e conhecimento. A qualidade dessa solução são outros quinhentos, daí a SUN se dedicar ao assunto de forma profissional, reduzindo custos.
     
    O terceiro momento foi a apresentação da CAPEMISA, uma empresa de pecúlios e previdência que surgiu no meio militar, como entidade filantrópica (Lar Fabiano de Cristo) e que virou empresa (CAPEMI) para continuar existindo. Hoje mudou de nome (CAPEMISA) e se lança na área de seguros. A CAPEMISA demonstrou através de diagramas como implementou soluções de armazenamento através de soluções SUN, se adequando as diretrizes do governo (espelhamento de dados em outro prédio, p.ex.) e a velocidade do mercado (atualizações do sistema em tempo real, etc).
     
    Foi uma das melhores palestras que já assisti, tanto no local (restaurante Porção, na enseada de botafogo, uma das vistas mais bonitas do Rio de Janeiro) quanto no Buffet (digno de um jantar). Os presentes ganharam brindes (uma belíssima tábua de cortar carne) e houve um sorteio (eu ganhei uma camisa pólo, da SUN!).
    Enfim, que outros eventos excelentes como esse venham. Recomendo até pelo Networking que se forma após o evento.
     

    ...
    Nota:
    [*] Zetabyte, unidade de tamanho inexistente nos dias de hoje para qualquer arquivo, mas gerenciável por esse sistema de arquivos.
    May 21

    Mostra Raizes Negras Latinoamericanas II

    Caixa Cultural, Av. Almirante Barroso, 25, Centro, RJ

    15.05.2009, 17h

     

    "Um evento com o objetivo de mostrar , atraves de producoes audiovisuais, a contribuicao do negro nos mais diversos aspectos da sociedade latinoamericana". Foi nesse espirito que fui assistir tres curtametragens, "Integracao racial", "Sua majestade, o delegado" e Jorjao".

     

    O primeiro documentario (Paulo Cesar Saraceni,1964)  e uma serie de entrevistas com pessoas anonimas, sobre a questao racial no Brasil; acaba mostrando nas entrelinhas que ´"o Brasil dos pobres" pouco mudou: a rede ferroviaria do RJ (hoje 2009) continua praticamente a mesma na sua infra desde 64 (ou sera desde da sua criacao?). O caos do transito urbano tambem parece que é o mesmo, so trocando o cenario da epoca, ou seja, a moda.

     

    O segundo documentario de Clementino Jr.  foi um curta muito bem filmado, e mostra um pouco da memoria do carnaval carioca. Poucos sabem, mas Clementino ja teve um serie de documentarios sobre o carnaval ganhadora do premio Emmy, o oscar da Tv Mundial. O curta sobre o Mestre-sala Delegado (Hésio Laurindo da Silva), um personagem inesquecível.

     

    O terceiro curta, "Jorjao" de Paulo Tiefenthaler foi o que teve maior trabalho de edicao, uma vez que todos os documentarios tiveram  o mesmo rau de dificuldade a producao. Mestre Jorjao, genial diretor de bateria de escolas de samba, um grande inovador, apesar de nao ter estudado musica formalmente consegue fazer intrincados arranjos das baterias - sob sua batuita, orquestras de percussao  que dirigiu.

    Ao final das exibicoes, houve pequenos debates, muito interessantes ate para quem nao e ligado aos movimentos negros, pois falou-se sobre cinema, sociedade e cultura no pais.

     

    Todos valem a pena assistir,seja em videolocadoras, cineclubes ou em "circuito alternativo". Não sei se estão no YouTube, assim que verificar, posto o link aqui.

    Abaixo, a palestra pós-exibição, e os autores, na ordem: Paulo e Clementino. O cabeludo grandalhão da foto sou eu...

     

     




    May 13

    Webdesign zona norte

    Os alunos do SENAC RIO, no geral estão de parabéns: além de terem aprendido as etapas de planejamento, criação e desenvolvidmento  de sites, alguns até estão empreendendo negócios na web: o aluno Rômulo Guedes (SENAC Madureira, zona norte do Rio de Janeiro) está desenvolvendo um site, que já está no ar com domínio e tudo: o Guia de Mesquita que pretende ser um portal do comércio local.
     
    Abaixo, foto de Rômulo, no último dia de aula e imagem de seu site (ainda em construção)...
     
     
    February 06

    Palestra: Do briefing ao resultado

    Final de 2008, Profa. (e mestre!) Helena de Barros, trouxe mais uma palestrante para a graduação da ESDI: Paula Malamud, graduada pela ESDI, sócia do escritório de design carioca Imaginatto Design e Marketing desde 1998, apresentou a palestra "Do briefing ao resultado: desafios de um escritório de design", com alguns projetos desenvolvidos em sua empresa, relatando seu processo até o resultado final.
     
    Paula discorreu sobre projetos interessantes como comunicação visual para exposição automobilística, onde o designer se envolve com questões que fogem à "criação" propriamente dita: fotografia de modelos, que, dependendo do tema, pode demandar desde a preparação do local onde os modelos tem de ficar antes da sessão de fotos, até a edição de fotos. Algumas fotos podem demandar tanto trabalho para fazer uma finalização/edição correta que o melhor é fotografar "perfeito" de primeira.
    Outra questão seriam fotografias em locação com autorização: como os dias e horários são rígidos, deve-se ter um "plano B" caso alguém fundamental atrase (um dos modelos ou assistentes de fotografia, por exemplo).
     
    Alguns cases são emblemáticos: um projeto de folder que foi orçado com custo "mínimo" e que, quando aprovado, o escopo mudou tanto que o valor não cobria mais os custos necessários; nesse caso a criatividade entra em cena: fotografar com modelos não-profissionais, por exemplo. Ou fotografar com a prata da casa (funcionários) para passar uma imagem menos impessoal ou falsa (fotos de banco de imagens são utilizadas por milhares de empresas).

    Todo trabalho de design envolve acompanhamento para que o resultado seja fiel ao esperado/contratado. Na área de mídia digital metodologias de desenvolvimento ao-lado-do-cliente estão surgindo, coisa que em mídia impressa já existe na parte de impressão e acabamento: trabalhos impressos devem ser acompanhados com cuidado para que o trabalho final corresponda ao que foi aprovada pelo cliente (gramatura de papel, cores, etc).
     
    Um projeto interessante foi a produção de porta-retratos feito com madeira de reflorestamento: os contemplados com o porta-retratos ganharam uma foto de uma árvore plantada em reserva ambiental, homenageada com o nome do comtemplado. Foi uma ação de marketing interessante pois as pessoas homenageadas se interessaram em acompanhar o desenvolvimento da árvore plantada, ao longo do tempo.
     
    Enfim foi mais uma palestra que vale tanto para graduandos como graduados, que é uma marca das aulas de Helena.
    A seguir, fotos da palestra:
     
     
    January 20

    As minhas piores interfaces

    Hoje em dia qualquer assunto - até design de interfaces, ou experiência do usuário - pode ser encontrado na internet com facilidade. O provedor onde hospedo meu site, a Locaweb tem até um Blog dedicado a esse assunto.

    Todo mundo conhece uma interface gráfica - seja um software aplicativo, página da web, DVD - famosa que possui algum quesito ruim ou irritante. Cito aqui a minha lista de interfaces que poderiam ser maravilhosas se não fosse por pequenos detalhes:

    - A tela de abertura do Hotmail (e-mail da Microsoft):
    Antes de inventarem acesso com emails múltiplos (quase um Open ID [*]) no Hotmail, ao digitar o nome do usuário e apertar a tecla TAB, a página preenchia o @hotmail.com automaticamente. Agora tenho de aguentar a tela cheia de usuários que marcam a opção "Me lembrar nesse site" e a falta desse autopreenchimento fundamental.

    - Exibição de mídias em anexos do Hotmail:
    A Microsoft foi muito inteligente ao permitir ouvir anexos de áudio no Hotmail. Mas porque o GOOGLE é que permite ver arquivos do Powerpoint, Word anexados em e-mails? Só Bill Gates explica.

    - Painéis Adobe: A Adobe tem uma das interfaces mais consistentes e planejadas da indústria de software. Os atalhos são praticamente iguais em todos os programas, os painéis se comportam da mesma maneira em todas as situações. Infelizmente nem sempre em todos os produtos de uma mesma área poderemos minimizar ou recolher um painel com apenas um clique. No Flash CS3, por exemplo, você tem de clicar pelo menos três vezes até o painel ficar do jeito que deseja. E tome cliques...

    - AquaDoc: A Apple tem uma das melhores interfaces gráficas do mercado, mas a barra de tarefas (AquaDoc) é o melhor exemplo de que beleza não põe mesa: Você passa o cursor e os ícones ficam sambando da esquerda para a direita, até você conseguir clicar onde deseja. Se o mouse não for ótico, um abraço para você, que possui mouse com bolinha.
    O pior é que tem versão desse AquaDocDoido pra Windows (!).

    - Blogs com restrições de tags: Existe coisa pior do que um blog que não explica as tags HTML permitidas e não permitidas enquanto você faz um post? O Wordpress é nota 10, mas peca nesse sentido, assim como vários outros Blogs, removendo as tags não permitidas sem qualquer aviso, justificativa ou alternativa. E isso depois de você perder tempo acrescentando código que, para você, é fundamental. Uma ajuda contextual seria bem-vinda...

    - Limitação de anexos: O GoogleDocs, Gmail e o Skydrive (disco virtual) da Microsoft pecam pelo mesmo motivo: só informam o tamanho máximo dos anexos DEPOIS que o anexo é enviado. No Skydrive, até onde pude perceber, me corrijam se faço injustiça, a não ser que você baixe um programa que acelera o envio de arquivos... nada a se fazer. Porque não avisar dessa limitação de antemão?


    - Barra ou animação de progressão que não informa nada: Tem coisa pior do que barra de progressão de "carregando página" sem valor percentual - ou indicação visual de proporcionalidade - sobre o progresso de uma tarefa? Por exemplo, páginas Flash com bolinha andando para direita e esquerda; as palavras "aguarde", ou "carregando" apenas não me informam se vou esperar um minuto ou uma hora até a página aparecer.
    Um convite para fechar a página ou voltar outro dia.

    Enfim, a lista é extensa, coloque aqui sua interface irritante, quem sabe assim as empresas se mexem e buscam uma solução que nos faça sorrir mais vezes.
    ...
    Nota:
    [*] Open ID é uma tecnologia que permite ter um nome de usuário único para acessar diversos serviços na internet. Por exemplo, com o nome de usuário "MenuNome1" posso acessar o email do Yahoo, meu Blog pessoal e um fórum de discussão, pois tenho um nome de usuário cadastrado em um site, que me valida - permite a entrada - em diversos sites.
    November 24

    Palestra After Effects

    Infnet, 13.11.2007, 14h30
    Palestrante: Luis Seda luis.seda@gmaol.com
     
     
    Palestras sobre tecnologia tem muita coisa em comum, uma vez que tecnologias dentro de determinada mídia, em sí (interface, sistema de arquivos) são variações de um mesmo tema ou conceito. O que muda é a abordagem (que antigamente era chamada de metáfora da interface, ou como o software pegava emprestado referências ou procedimentos do mundo real para realizar suas funções - "palco", "atores", "página", ferramentas como "pincel", "borracha") para chegar no resultado final. Por exemplo, programas de vídeo e áudio por serem muito grandes, sempre trabalharam com conceito de "arquivos de projeto", que nada mais são do que arquivos de texto que reunem e processam arquivos de mídia.
     
    Esse pensamento se aplica ao AF (After Effects), que é um programa de finalização (ou pós-produção) de vídeo, sendo um "Photoshop do vídeo". Aliás, o pré-requisito para se trabalhar com ele é conhecer a fundo o Photoshop. Ao final da palestra ficou claro de que ele é um concorrente do Combustion, Flame, Inferno, Flint e Color (Applle), programas caríssimos de edição de vídeo. Além disso não reinventa a roda, pois é muito semelhante ao Photoshop na interface e recursos.
     
    O AF, tem recursos de edição de vídeo em 2D e 3D, que bem trabalhados, não dão a impressão de que se tem planos bidimensionais em perspectiva num espaço virtual (o que de fato ocorre neste programa). Mais ou menos como inclinar uma folha de papel e olhar para um estereograma (imagem com aparência tridimensional numa superfície plana, bidimensional ou com pouca profundidade).
     
    Basicamente os efeitos do Photoshop estão presentes no AF (máscaras, filtros de imagem e cor) mas com recursos de 3D (cinemática inversa, ou, fazer com que um objeto - texto, p.ex. - acompanhe o deslocamento de outro (um desenho ou foto) numa animação de víídeo ou imagem estática. Dá para fazer vinhetas para cinema e TV, como a abertura do filme 300 (adaptação da história em quadrinhos de Frank Miller) ou de novelas como "Malhação" da Rede Globo.
    A palestra foi interessante pois colocou um fato - tecnologia não é tudo, pois se não houver um planejamento (storyboard, workflow do projeto) não se obtém produtividade do software nem se atinge resultados satisfatórios no melhor tempo.
     
    O palestrante citou o fato de que o AF, como o Photoshop, trabalha em camadas (trilhas ou linha de tempo) que pode "receber" diversos efeitos de vídeo. Esses efeitos podem se combinar em "caixas" para gerar novos efeitos, e no final você define a odem em que esses efeitos serão exibidos. Para complicar mais ainda, como o AF trabalha com a idéia de linha do tempo, pode-se aplicar um efeito num vídeo, "sair" deste efeito, "entrar em outro efeito" e retornar mais ao final da animação (ou filme editado). Daí a importância do projeto de design e do projeto de trabalho (ou finalização). Aliás, as áreas de atuação são amplas: o profissional de AF pode trabalhar com design ou finalização de vídeo. O profissional de vídeo pode fazer filmagens, atuando como câmera ou diretor.
     
    O AF reconhece imagens 3D se estas vierem do Photoshop (o Photoshop reconhece plug-ins 3D e edita imagens em 3D atualmemte).
    Sobre compactação de vídeo para web, os CODECs são reconhecidos pelo AF se estiverem instalados no Sistema Operacional (Windows, p.ex.).
    O AF trabalha com a linguagem Javascript para fazer scripts, p.ex.
     
    Só para fazer uma comparação (e distinção), o Adobe Premiere é um editor de vídeo, permitindo montar sequências de vídeo e áudio rapidamente. O AF tem de renderizar o vídeo para exibir os efeitos, o que faz com que a finalização do trabalho seja lenta: o efeito para ser visto tem de ser renderizado e depois o AF tem de repetir o processo para gerar o filme final.
    Ao final da palestra foi mostrado um pouco do Combistion, um software muito superior ao AF, aparentemente.

    Enfim, a palestra foi boa pois demonstrou os recursos do software além de mostrar portfólio de vídeo com artistas nacionais  e estrangeiros.
     
    A INFNET pretende lançar certificações de MotionDesign e 3Ddesign, daí esta palestra e a de Combustion, a próxima a ser realizada.
     
    Referências e citações da palestra parar conhecer mais sobre o AF, edição e portfólio de vídeo):

    Site CreativeCal, com tutoriais
    Mije Goldcke, autor dos livros oficiais do AF editados pela Adobe
    Site beliefdesign.com
     
    after-effects-palestra
     




    October 28

    FIND 2008

     
    Fórum internacional de dsign e tenologia da Arteccom, edição 2008, no Rio de Janeiro ocorreu no Hotel Glória, em 30/agosto.
     
    A palestra da tarde foi muito divertida e interessante, pois o palestrande Joshua Davis, artista plástico é um entertainer (numa tradução aproximada, animador) nato. Davis narrou sua carreira, quando decidiu utilizar a tecnologia digital não para reproduzir, mas ir além do que já se fazia em artes plásticas.
     
    Davis utilizou o FutureSplash (que deu origem ao atual Adobe Flash) e a linguagem Lingo para criar o que poderíamos chamar de "pincéis interativos", onde o traço da ferramenta de desenho produz mosaicos de imagens como fractais, o que faz com que cada traço seja único. A partir daí, ao colocar seus trabalhos na web, o enorme número de acessos fez com que ele iniciasse carreira solo, primeiro propondo trabalhos a grandes empresas, depois sendo convidado por essas empresas a colabrar criativamente (um grafismo de Davis deu origem a um motion graphic - ou infográfico animado? - para um comercial de uma empresa, p.ex.).

    Davis ainda deu diversas dicas e opiniões para quem está iniciando na carreira, com frases como:

    "Nao se chega a lugar nenhum sem errar"
    "O tipo de trabalho que você faz determina o tipo de trabalho para o qual será chamado para fazer"
    "A exposição de seu trabalho é que determina a procura por seus serviços"
    "Me impressiona receber currículos em PDF (texto) de pessoas que procuram trabalho de criação"
     
    Logo após Davis foi feita mesa redonda com os demais palestrantes. Infelizmente só pude asistir a palestra da tarde (com Davis) mas o evento é muito bom, com público bem diverso do EWD (Encontro de Webesigners) da mesma Arteccom.
     
    Site: www.joshuadavis.com, onde há download de apresentações e programas desenvolvidos por Davis, como software livre.
    May 25

    10º encontro Locaweb de desenvolvedores

    Data: 07/05/2008
    Local: Centro de convenções Sul América/AIG, Cidade Nova, RJ
     
    A Locaweb está mais uma vez de parabéns pela realização do evento, sempre com a excelência que a faz líder.
    A primeira palestra (técnica), “Tendências no mercado de internet” com Gilberto Mautner (Presidente Locaweb) discorreu sobre as tecnologias e conceitos oferecidos pela empresa, entre eles, o OpenID, que permite acessar sites de terceiros com senha (p.ex., receber emails de outros provedores em seu site).
    Falou ainda sobre Cloud Computing, um conceito no qual a Amazon é líder. A Locaweb utiliza esse conceito para amumentar a disponibilidade dos seerviços de locação, segundo Mautner, melhor que na virtualização de software/hardware, pois não compartilha, p.ex., recursos de uma CPU de 1GHZ com vários usuários (como o corre na virtualização). Neste caso, se você contratar um servidor de 1GHZ, você terá esse recurso disponível, sempre, já que na Locaweb esse conceito é usado para replicar configuração de software em diversos servidores instantaneamente, sem perda de performance.
    Mautner discorreu ainda sobre a evolução da web para explicar conceitos de programação disponibilizados pela empresa, como o RoR (Ruby on Rails): a web surgiu como HTML; evoluiu com o CGI para uso de conteúdo dinâmico; depois adotou o ASP, ColdFusion, PHP, para programação em linha (InLine) dentro do HTML; hoje adota o conceito de DRY (Don’t Repeat Yourself) para ganhar produtividade, sem código redundante, através do MVC e RoR.
    Mautner fez uma apresentação “prática” do RoR, algo “arriscado” pois a lei de Murphy é um fato, mas a Locaweb insiste em fazer isso, mostrando sua coragem em fazer sempre o melhor.
    Após fazer apresentação o RoR, Mautner deu dicas de que se deve aprender o Ruby antes do Rails; o Ruby adota controle de versões de Banco de dados, entre outras informações (o Rails será descontinuado na Locaweb, enquanto CGI).
    Links da palestra estão no Blog Locaweb.
     
    ...
     
    A segunda palestra, do sempre bem-humorado Elcio Ferreira, discorreu sobre “Produtividade, padrões web, e ferramentas” onde colocou conceitos e ferramentas para se trabalhar com mais eficiência em desenvolvimento web.
    Citou o SCRUM (que compartilha conceitos com o MVC e Rails) preconiza metodologia de desenvolvimento “lado a lado” com o cliente, na entrega do código.
    Outro exemplo (prático) foi o uso de HTML padronizado na criação de páginas, para que se possa criar programação (Javascript) também padronizado. O exemplo foi a criação de menu de navegação vertical, em HTML, utilizando listas com dois subníveis. A idéia é poder utilizar a programação (externa ao HTML) em diversas páginas, sem ter de reinventar a roda a cada projeto.
    Ao demonstrar na prática o que dizia Elcio correu o mesmo risco que Mautner, mas igualmente conseguiu finalizar o exemplo “na hora”. Aliás, essa prática é comum para quem dá aulas – ter um exemplo “pronto” para exibição à platéia, paralelo ao desenvolvimento “na hora”. Se o desenvolvimento falhar, recorre-se ao exemplo pronto para ajustes rápidos.
    Elcio citou a necessidade de ter um software para controle de versão, quando de trabalho em grupo, para se “salvar a pátria” em caso de erros (evitando o improdutivo/impopular “achar o culpado” quando algo errado ocorre no projeto).
    Por fim, apresentou o Jquery, um software para geração de Javascript, em linguagem própria (mais simplificada). O Jquery na verdade é uma biblioteca de Javacript. Finalizando a palestra mostrou como criar uma validação de form no servidor, a fim de não reinventar essa roda ao desenvolver mais de um formulário num projeto ou mais de um projeto. Citou ainda o Selenium e Jsunit para validação de código automatizada.
    Elcio inteligentemente comentou que deve-se pensar melhores práticas e medir os resultados para que novas práticas não sejam “modismos” e possam ser valor agregado ao trabalho. Faltou (?) apresentar metodologia para essa aferição.
    Muito boa palestra!
     
    ...
     
    A terceira palestra, de Rogério Cordeiro, foi pela Microsoft, que falou sobre o “Fator UAU”, que poderia ser resumida em incluir Design de experiência (Experience Design) nos projetos para web. A apresentação foi feita usando a técnica de Full Flash Browser (tradução livre: Flash em tela expandida), onde os slides eram exibidos ao dar zooms (de 500%) no slide de abertura.
    Rogério colocou que hoje a adoção de tecnologia não é feita mais pelos recursos, e sim pela satisfação/apelo que tem junto ao usuário. Ou seja, pelo apelo de design.
    Citou tecnologias como XAML (eXtensible Markup Language) que exporta em XML, o MVC (Microsoft Visual Controller) da Microsoft e o LINQ que faz conexão fácil com SQL e XML.
    Citou sites feitos com tecnologias Microsoft (SilverLight) como o site de Sorocaba/SP, e um portal da Microsoft de código aberto (!) o Codeplex.
    Basicamente Rogério demonstrou o Microsoft Visual Studio 2008, que impressiona pelka (bela) interface, que permite criação de código através de componentes “clicáveis e arrastáveis”.
    Como sempre, entre cada palestra pequenas inserções de patrocinadores foram apresentadas.
     
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    Após o almoço a primeira palestra foi sobre o Google, de Rodrigo Lourenço “Desenvolva seus negócios com soluções do Google”.
    Após fazer um histórico do Google, um “local de trabalho dos sonhos” (onde as reuniões podem ser feitas numa quadra de vôlei).
    O Google investe na idéia de “lovecasting” ou seja, criação de conteúdo pessoal, autoral, que influencia outros independente da moda.
    Rodrigo comparou a web “antiga” de informação, e a atual, de participação:
    a enciclopédia Britânica OnLine x Wikipedia, o site oFoto x Flickr, Stickness x Syndication.
    A seguir, Rogério fez considerações sobre o Google e a internet de modo geral: a web tem 1.3 bi de usuários, o site de relacionamentos Orkut tem número de usuários maior que a população de Minas Gerais, o You Tube mais público que o seriado de TV Heroes. Definiu “Cloud Computing” como computação a qualquer hora ou momento.
    Enfim tocou no negócio do Google: propaganda online. Neste momento faço um parêntese: acredito que não se deve levantar a ficha criminal de todo anunciante, mas permitir que pessoas desonestas – ou notoriamente consideradas prejudiciais à sociedade – tenham espaço de divulgação na sua empresa abre precedentes para que se avalie com reservas seu veículo. Quando a justiça federal obrigou ao Orkut entregar sites de pedofilia agiu social e corretamente, mesmo indo contra os interesses de faturamento da empresa. Recentemente caí em propaganda enganosa através de anúncio do Google; felizmente não tive prejuízo relevante, mas acredito que o Google deveria ter mecanismos para banir publicidade enganosa, o Orkut faz com usuários daninhos.
    Voltando à propaganda, Rodrigo colocou que o comprador hoje compra com muita precisão, pois pode se informar bem sobre o que deseja (TV, internet, rádio, jornal, revista). O Google ajuda a alavancar vendas melhorando a exposição (performance) e reforçando a marca (branding) do anunciante.
    O próprio Google hoje anuncia no meio offlne (mídia tradicional) como rádio, TV ou revista.
    Os anúncios Google aparecem em rede de pesquisa (sites que usam os mecanismos do Google), no site do Google (links comuns ou patrocinados) e rede de conteúdo (sites que exibem conteúdo do Google).
    O Google tem ações de micro-propaganda, através dos seus Gadgets (pequenos sites/aplicativos dentro de sites maiores).
    Das ferramentas de gerenciamento de publicidade online do Google, agora o Google analytics agora está em português, e gratuito. O Website Optimizer é uma ferramenta que foi recém-liberada também está disponível.
    Por fim, há o GoogleLabs possui uma lista de novos sites do Google, úteis para quem deseja explorar novos espaços de divulgação.
    Enfim, foi uma boa palestra sobre o Google, internet e publicidade na web.
     
    ...
     
    A quinta palestra de Gil Giardelli, “WWW x WWD – a internet inteligente” foi de longe uma das mais impressionantes, não apenas por não ser uma ”palestra técnica”, mas por mostrar que não existem regras quando se fala em sucesso profissional. Gil discorreu sobre sociologia, marketing, internet... a palestra daria facilmente um livro ou artigo científico.
    Gil colocou que as mudanças do mundo atual são rápidas e serão cada vez mais rápidas, ao criar neologismos como “homo transilis” ou “FrankTecno”, ao discorrer sobre a transição da sociedade agrícola para industrial, tecnológica e agora cibernética. Gil cita que passamos da Globalização para a tribalização, informação e atualmente participação. O SecondLife hoje seria o ICQ/MSN de ontem. A web hoje seria um grande banco de dados (WWD = Database).
    Gil citou diversos sites que ilustram seu ponto de vista:
     
    www.ning.com que hospeda o Classroom2.0, um site que discute o ensino hoje.
    www.whateverlife.com um site para meninas de 15 anos, que conta com publicidade de 4 U$ mi da Motorola
    www.paperbackswap.com um site de garotos que fazem trabalhos escolares para colegas
    www.blackplanet.com site do candidato a presidência dos EUA, Barack Obama. O site de Obama foi feito pelo criador do MySpace
    e continuou a lista mostrando como a web reinventa a sociedade:
     
    www.criativos.com site de garotos que fazem projetos de design para quem precisa ou deseja investir nesta área
    www.twitter.com um micro-blog, muito famoso
    www.digger.com rede social que recebe 500.000 visitas por dia
    www.zopa.com site de empréstimos online
    www.netvibes.com clipping de notícias na web (RSS)
    www.innocentives.org site que reúne pesquisadores pela web, diminuindo custos de desenvolvimento de medicamentos, por exemplo
    www.perezhilton.com site de fofocas sobre a socialite Paris Hilton (!)
    www.librarytrhing.com um site de livros digitalizados, que devido ao sucesso foi alvo da legislação inglesa... o que forçou aos autores mudarem o servidor para a Bósnia (!)

    1/3 do tráfego da web passa pelo YouTube (!)

    A rainha da Inglaterra tem canal de vídeo no YouTube (!!)

    O site da Coca-Cola comercializa ringtones para celular e papéis de parede para o computador (!!!) com o tema da Coca-Cola!
     
    Blog de Giardelli: http://giardelli.wordpress.com com slides da palestra, tão criativos como a palestra.
     
    ...
     
    A última palestra, sobre “Novas plataformas para um novo marketing” foi tão impressionante quanto a anterior, por ser um case de sucesso, foi de César Paz, da AG2 comunicação. César começou sua carreira como engenheiro de aviação, chegou a abrir negócio próprio (franquia), a AlfaGraphics, um birô de impressão digital que ainda existe no RJ e deu outra guinada de 360º abrindo a AG2 comunicação. Em todas as atividades, lidou com atividades tecnológicas de ponta.
    César discorreu sobre a publicidade tradicional, onde os anúncios aumentavam a distribuição, esta o volume de vendas, gerando novos anúncios num ciclo previsível e constante. O resultado é a poluição visual da mídia impressa (que levou ao prefeito de São Paulo a proibir a publicidade de mídia exterior na cidade).
    A partir deste ponto César explicou o conceito de mídia WebNative, ou publicidade para web, que foca o fortalecimento da marca (branding). Esse conceito engloba inovação (deu exemplos do que chama de “realidade aumentada” onde imagens captadas por webcam interagem em tempo real  com animações em filme Flash), multi-touch (apresentou quiosque de informação com imagens em 3D com visualização panorâmica – PAN - interativo, via tela touch-screen), individualidade (citou campanha da C&Ana web onde o personagem Sebastian “liga” para o celular do internauta e “fala” com ele em tempo real, inclusive chamando-o pelo nome), interatividade (exibiu material promocional digital em 3D animado, de avião da Embrarer, que todo o avião é apresentado – por dentro e por fora, entorno do espaço aéreo do país incluso), e mobilidade (acesso por celular, laptop ou micro desktop).
     
    Foi um encerramento com chave de ouro, que contou com sorteio de camisetas, mouses sem fio, assinatura da revista WebDesign e um Laptop (!).
     
    Valeu, até o ano que vem...
     
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    May 22

    13º Encontro de WebDesign – Arteccom

    O cartaz (ou comunicação visual) do evento já é um resumo da proposta do evento (ou da Arteccom): profissionais de diversas áreas que fizeram sucesso com a criatividade,sem o uso da palavra (escrita ou falada): Charles Chaplin, Cartier-Bresson, Stanley Kubrick e Walt Disney. O recado é claro: tecnologia vem a reboque da criação, o conceito é que a base para a técnica exista. Numa época onde a tecnocracia parece ser a unidade de medida das coisas, é bom ver eventos onde se pensa “além da tecnologia”. O 10º encontro de desenvolvedores Locaweb é um bom exemplo dessafilosofia – um evento “técnico” onde apenas 25% das palestras se enquadram na categoria “técnica”.

    Não pude assistir as palestras da parte da manhã, com Ronaldo Gazel (FlashBack), Ricardo Accioly (Virtual) e Robson Santos (Usabilidade: para além do teste de usabilidade). Mas na parte da tarde assisti a palestra de Raphael Vasconcelos (Comunicação interativa). Raphael discorreu sobre cases de seu portfólio (antes e após integrar a AgênciaClick) e trabalhos relevantes que, embora apoiados em tecnologia, tem o diferencial pela criação.

    Por exemplo, um case de fabricantes de chocolates, que antes de 2000 fazia tinha presença na web “tradicional”, e recentemente colocou na web um vídeo (ou uma “ação de marketing viral”) com um gorilla colorido tocando bateria. A música sincronizada era de Phil Collins, mas ao postar o vídeo no YouTube os internautas colocaram outros áudios (Bonnie Tyler, “Total eclipse of the heart”,entre outros) gerando um número de acessos aos vídeos imenso, reforçando a marca da empresa. Aliás, a web é um veículo para trabalhar o branding (marca), segundo Raphael e outros profissionais de web. Outro case é um fabricante de liquidificadores que posta semanalmente no YOUTUBE um vídeo onde o liquidificador tritura um objeto diferente (celulares, bolas de tênis,etc). Além do inusitado, o recall (retorno) da iniciativa também rendeu número de acessos impressionante.
    No final Raphael mostrou um case de um filme de Martin Scorcese, que filmou um roteiro inacabado de Hitchcock, à maneira de Hitchcock. O case ilustrou um dos conceitos de Raphael que fazer mídia na internet é propor “idéias incompletas” para que o usuário as complete (no espírito de “web 2.0”, de user-generate-content/conteúdo-gerado-pelo-usuário).
    Enfim, a palestra (os cases?) foi muito divertida.

    Alguns links da palestra:
    http://www.willitblends.com (liquidificador)
    Candy Gorilla, Joshua Davis, Chantage/key to reserva (Hitchcock/Scorcese); YouTube
    http://www.zoomintosee.com
    http://www.duff.tv

    Após o tradicional intervalo para visita aos estandes, apresentação da entidade de apoio ao menor Magê-Molien, foi feita mesa redonda com os participantes. A brincadeira da “batata quente” foi o critério para selecionar quem iria fazer perguntas a mesa de palestrantes (uma bola amarela percorreu a platéia; onde ela “parava” sinalizava quem ia perguntar).

    As perguntas giraram em torno de como um profissional de programação pode entrar na área de (web)design, quais os requisitos para se gerir um projeto de web, etc. De modo geral a resposta foi estudar (e muito) sobre a área na qual deseja atuar.

    Enfim, foi um evento de web, mais do que de TI. Parabéns pelo evento Arteccom, até o ano que vem!

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    April 22

    Palestra SolidWorks

    Local: ESDI,
    Data: 15/04/2008
    Horário: 15 horas
    Foi uma excelente apresentação do software paramétrico SolidWorks (SW) que surgiu com o Windows95.
    O programa possui, integrado, módulos de animação (Animator) e renderização 3D (PhotoWorks) e é utilizado nas indústrias aeronaves, automóveis, prototipagem mecânica e desenvolvimento de produtos.
     
    Só para explicar, a parametrização é uma abordagem de desenho de software CAD onde o desenho (vistas, cotagem, texturas, alinhamento) é associado a geração de formas, e não a criação objetos geométricos. Um exemplo: ao gerar um círculo, ele somente será uma "forma" após definir as suas dimensões; após definir essas dimensões as cotas são geradas automaticamente; com estas, as vistas, tabelas de materiais são geradas a partir de um simples arrastar e soltar. E, alterando uma forma (dimensão ou material), todas as formas (cotas, tabelas de materiais e vistas) são alteradas simultaneamente.
     
    Para demonstrar o software, durante a palestra foi realizado um desenho de um equipamento e o material foi alterado. Automaticamente o software calculou a resistência dele, e foi descoberto que ele resistia a 5 vezes a pressão a qual ele foi projetado. Mudou-se o material, e o peso do equipamento caiu drasticamente, reduzindo custos de fabricação.
     
    O SW testou ainda se todas as peças funcionam conforme o planejado, fazendo um checagem de todas as articulações.

    O SW não concorre com programas como Rhinoceros, AutoCAD ou 3DMax pois ele se destina a desenho para fabricação de máquinas e equipamentos.
    O palestrante citou o case de um famoso ventilador que foi projetado sem o SW e precisou ser finalizado no SW a fim de ser fabricado, de fato.

    Há a proposta de oferecer a ESDI várias licenças educacionais do programa, completo, por R$11.000,00 (só uma licença do programa, em versão limitada custa isso) a fim de que os estudantes possam aprender o software na Escola e praticar depois. Como é um software muito específico, valeu a pena conhecê-lo, até para ter uma comparação entre outros softwares semelhantes (Rhinoceros, 3D Max) que não concorrem com o SW.
     
    Uma coisa que achei interessante é que as interfaces de software (conceitos, procedimentos) são muito semelhantes hoje em dia,o que reduz a curva de aprendizado. o SW tem conceitos que existem até em softwares de editoração eletrônica: preflight ou checagem do trabalho antes da sua finalização; bibliotecas de objetos (compartilhados em comunidades na web); procedimentos de arrastar-e-soltar em vez no uso do teclado ou menus de opções, etc.
     
    Em resumo: software de desenho técnico para fabricação mais prático e preciso, impossível.
     
    palestrantepalestra2
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    April 04

    Palestra W3C

    Palestra: O Brasil no cenário internacional de desenvolvimento de padrões web
    Palestrante: Vagner Diniz, gerente geral para o W3C no Brasil
    (011) 5509 3575
    Local: Assespro, Centro, RJ
    Horário: 18h
    Data: 04/04/2008

    O palestrante mostrou de modo prático como os padrões são necessários na web: exibiu um texto (em inglês) que, ao ser traduzido em mais de um idioma ocupa espaços diferentes na interface (de 0.8 a 2.8 vezes o tamanho em inglês).

    A seguir deu dois exemplos de interface, fora e dentro dos padrões:
    Um formulário, fora dos padrões, com texto traduzido, perde seu layout original, enquanto uma versão do mesmo, dentro dos padrões, mantém o seu layout.
    Uma navegação em abas fora dos padrões, com texto traduzido, carece do mesmo problema, enquanto que os padrões mantêm a consistência do layout.

    Outro exemplo dos padrões seria conteúdo separado da formatação, em CSS (folhas de estilo): o conteúdo dentro dos padrões pode ser lido – ou narrado para deficientes visuais – independente da formatação.

    Dentre os princípios do W3C estão:
    - tecnologias interoperáveis
    - padrões abertos
    - web acessível a todos

    Os objetivos seriam:
    - web para todos
    - web em todas as coisas
    - web semântica (baseada em conhecimento compartilhado)
    - confiança e confidenciabilidade

    O W3C possui 3 sedes (MIT, no EUA; Universidade de KAYD, no Japão; ESEI, n a França) e escritórios em vários países (em São Paulo, desde novembro de 2007).
    Por fim, discorreu sobre novas áreas de atuação do W3C: dispositivos móveis, E-Gov (governo eletrônico), vídeo e games, WEB TV digital.

    O Brasil acaba tendo destaque na definição do W3C pois é muito desenvolvido nas áreas de votação eletrônica, declaração de tributos via internet, compras e declaração de despesas/receitas governamentais pela web. Além disso o EMAG, que define padrões de acessibilidade em sites públcos é mais avançado que as recomendações (padrões) do W3C.

    Palestras técnicas são úteis para se atualizar rapidamente sobre determinado assunto, mas também pela troca de perguntas e respostas; no final da palestra é que fiquei sabendo que a Microsoft fez valer seu formato de documento eletrônico no W3C, p.ex.
    No encerramento, Prof. Bechara da Ilearn (única empresa brasileira filiada ao W3C) fez apresentação do seu curso focado em acessibilidade e webstandards.
     
    Fotos do evento:
     
    wc3-palestra1 wc3-palestra2
    January 09

    Visita escritórios de design

    A ESDI promove palestras com profissionais de design para seus alunos, o que é interessante tanto para quem está se formando como para os já formados. Estar informado sobre as áreas de atuação da profissão é tão fundamental como estar atualizado sobre o estado da arte da própria atividade.
    Visitei recentemente a Cris Couto (ex-311 Studio) e o Bruno Lemgruber (Tabaruba Design).

    A Cris Couto está gerenciando projeto de design que compreende produzir material didático para treinamento corporate. O trabalho é interessante sob vários aspectos: garante uniformidade do ensino, fornece ao aluno e professor um registro do conteúdo programático (apoio durante e pós-aula, a memória educacional) além de facilitar a parte pedagógica (preparação de dinâmicas e mensuração do tempo).
    Cris está gerenciando a produção de ilustrações, diagramação de apostilas e apresentação de slides e displays infográficos. Tudo isso reunido e embalado num kit que facilita até uma futura atualização do próprio material. Para quem já teve um escritório e está acostumado a gerenciar equipes, fazer networking é fundamental, daí a necessidade de reunir um "banco de profissionais" pois achar o profissional "afinado" com o projeto que se tem de desenvolver é tão difícil quanto achar profissionais disponíveis. Para quem trabalha mistrando aulas, sabe da importância de se ter um “registro formal da informação”, até para fazer adendos ao longo do curso.
    Eu mesmo colaborei fazendo indicações de ilustradores conhecidos à Cris, torcendo para que tenham sido úteis.

    Bruno está se preparando para produzir um relatório anual para um grande cliente, um trabalho intensivo e que requer muita atenção, devido a qualidade demandada e natureza do trabalho. Bruno e Luciana pretendem neste ano de 2008 delegar responsabilidades contratando profissionais, uma vez que o ano que passou solicitou muita dedicação à produção dos projetos; quem já esteve a frente de grandes projetos sabe que não dá para "colocar a mão na massa" e gerenciar carreira, escritório e vida particular com a mesma eficiência. Fazer e gerenciar design são áreas complementares mas, na pratica, distintas.

    Enfim, foram duas visitas a ex-colegas de faculdade que acabaram fundamentando conhecimentos comuns a quem trabalha em gerência de projetos, seja por conta própria ou para terceiros. Visitas que valeriam uma palestra (na ESDI).
    December 16

    Seminário Ferramentas CS3 para a WEB

    Local: WOC - Adobe Solutions Provider info@woc.com.br
    Av. das Américas, 500, bloco 23, sala 203 - Shopping Downtown - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
    Data: 14/12/2007, 6ª feira,
    Horário: 09h às 12h:00
    Palestrante: Erico Robert | ericorobert@hotmail.com | http://www.ericorobert.com
     
    A palestra sobre a linha CS3 da Adobe (Dreamweaver, Flash e Fireworks) por um lado foi prejudicada pela chuva torrecial que desabou no Rio de Janeiro no dia (e durante a semana), por outro foi interessante pela demonstração dos produtos e pela troca de idéias/informações sobre os mesmos. A palestra foi um "encontro aberto" onde se discutiu de BLOGS até a Wikipedia.
     
    Traçar um paralelo entre produtos semelhantes (sem cair no bairrismo do "este software é melhor do que o outro") é uma coisa que raramente ocorre mas foi aqui aconteceu ao comparar recursos de desenho do Corel Draw com os do Fireworks (e até do Illustrator). Aplicar textura em gradiente é algo que o Corel não permite (ao menos até a versão atual, a X3) coisa que o Fireworks permite, por exemplo.

    Definir as áreas de conhecimento dos softwares foi interessante (Flash pode ser  designer/animator/developer; Fireworks layout designer/illustrator; Dreamweaver designer/developer, p.ex.) assim como informar sobre novas tecnologias associadas aos produtos da Adobe.
    Existe o equivalente ao Microsoft Visual Studio, (para desenvolvimento de soluções para web) chamado FLEX, e sua versão open-source, o LAZLO, ambos em plataforma Flash e Javascript.

    Aliás,a palestra fechou com uma demonstração dos recursos de AJAX no Dreamweaver, um pequeno site onde várias páginas são carregadas em um único HTML. O porém é que páginas assim demoram mais a carregar (como um flash sem pré-carregador) o que mostra que esta abordagem (AJAX é mais um conceito do que tecnologia) ainda tem caminhos a percorrer no Dreamweaver. Como já existem Javascripts de "pré-carregadores de HTML" o Dreamweaver já podia disponibilizar esse recurso.

    O Dreamweaver CS3 inexplicavelmente omitiu alguns recursos "básicos" como edição de tabela em "modo expandido" e opção para definir a altura de tabela (só indo pelo código agora). Sem falar dos botões para criação de tabelas e células que aparentemente ficaram indisponíveis (embora estejam no mesmo lugar).
    Uma preocupação do palestrante foi explicar que o uso de conceitos relacionados ao webdesign é fundamental para utilizar bem as tecnologias (uso adequado da cor, p.ex.).
     
    Em resumo, o uso dos softwares como conhecemos hoje (tecnologia) está cedendo lugar a aplicação de conceitos (tecnológicos, de design) sobre a tecnologia, a fim de gerar diferencial competitivo. Mais do que apertar botões, saber porque e para quê se apertam as teclas se mostra mais importante.
    June 04

    9º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet

    9º encontro Locaweb de Profissionais de Internet (ELPI)
    Local: Centro de convenções do Hotel Glória
    Data: 30/05/2007
     
    Palestra Novas fronteiras com o search Marketing e as estratégias
    Executivos Google Brasil
    11h30 às 12h30
    O representante da Google no Brasil (o único estande a contar com televisor de alta definição/tela wide screen no evento) falou sobre as estratégias campeães de publicidade na web da empresa, entre elas o Marketing de intenção, que associa a propaganda ao tipo de produto desejado.
    O google Adwords e o Google SiteMaps são as ferramenats de gerenciamento e acompanhamento desta propaganda, e são gratuitas! O cálculo é feito por CPC (custo por cliques) e CTR (Click Throught/Taxa de cliques), onde o maior número de cliques barateia o custo final para o anunciante, além de posicionar a propaganda mais no topo das pesquisas. P.ex., 3 cliques em 100 exposições = 3% de relevância.
    A maioria dos portais nacionais (Terra, UOL) copiam essa fórmula vencedora, cada um à sua maneira.
    O argumento da Google - muito corerente por sinal - mostra que a publicidade tradicional migrou da mídia impressa em forma de banners estáticos, depois animados "evoluindo" para janelas pop-up, banners arranha-céu (verticais) e por fim, para banners espansíveis, poluindo de forma exepcional a tela do usuário. O Google veio colocar ordem na casa exibindo publicidade relacionada ao conteúdo da página, que pode ser em forma de texto ou dentro da ferramenta de pesquisa do Google (links patrocinados). Essa publicidade aparece no buscador do Google, na rede de pesquisa (sites que usam a tecnologia Google) ou em sites de conteúdo (parceiros do Google).
    O Orkut agora irá veicular propaganda, uma vez que possui 1.3 bi de páginas visitadas/dia e 26 mi de visitas únicas/dia.
     
    Palestra Avance para Web.Next
    César Guimarães
    14h
    A Microsoft veio mostrar as suas tecnologias para web, a fim de competir com a Adobe, que adquiriu recentemente a campeã Macromedia (criadora do Flash e Dreamweaver).
    Para ficar mais próxima do Linux, campeão entre os desenvolvedores, criou a linguagem XAML, que permite programar para o desktop, personalizando seu Windows por exemplo.
    O Silverlight é a plataforma de desenvolvimento da MS para web, e o MS Expression é o conjunto de ferramentas para esse fim (com os equivalentes do Dreamweaver, Flash e  Fireworks) integrados ao já famosos MS Visual Studio (agora com versão gratuita).
    O MS Experssion integra Javascript/AJAX com .NET, oferecendo inclusive bibliotecas de código pronto com equivalente nas duas linguagens (AJAX e .NET).
    Alguns sites que demonstram essas tecnologias são o www.fox.com e o radcontrol.com, onde conteúdo de vídeo agora não aparece "repetido" na tela ao redimensionar/mover uma janela do navegador.
     
    Sites de referência sobre essas tecnologias:
    http://ajax.asp.net
    http://www.microsoft.com/silverlight
     
    O palestrante também falou também sobre UX (User eXperience/Experiência de Usuário) dentro da filosofia da MS em oferecer a melhor interface para o usuário de internet. Apesar deste termo - experiência de usuário - estar tão banalizado quanto "web 2.0" ou "interatividade", o importante é não ficar focado em uma única tecnologia (livre ou paga); como meu amigo e desenvolvedor Ricardo Tavares lembrou, ninguém "avisa" quando uma tecnologia acaba; se você não conhece uma alternativa fica a ver navios. Mais coerente impossível.

    Palestra Microformats, a web semântica com letra minúscula
    Élcio Ferreira
    15h
    Élcio, o palestrante, é um dos articulistas do famoso site Tableless.com.br, e comparou a WEB SEMÂNTICA (em letras maiúsculas do W3C, complexa e difícil de entender ou implantar) com a web semântica (em letras minúsculas, como ele prefere chamar).
    Essa segunda web, é a web dos MF (microformatos), que pode ser resumida da seguinte forma:
    As classes de folha de estilos (CSS) podem ter um uso estendido; p.ex., em tags de HTML, numa lista, neste exemplo:
    <UL>
    <LI>NOME</LI>
    </UL>
     
    podem ter classes para formatação como estas:

    <UL CLASS="VCARD">
    <LI CLASS="NOME">NOME</LI>
    </UL>
     
    Essas classes podem ser usadas não para formatar a aparência do conteúdo mas para exibir informações personalizadas. Élcio deu o exemplo dos microformatos HCARD (formato de cartão de visitas no HTML) HCALENDAR (calendário de eventos), GEO (exibe a latitude e longitude), XFN (relatório de sites linkados à página) e REL:NO-FOLLOW (que faz ignorar o link de sua página em robôs de links - trackbacks - que aumentam artificialmente a posição de certas páginas em buscadores) e XOXO (descreve outlines ou estruturas hierárquicas).
    Uma aplicação prática seria usar a tag HCARD para que que seus contatos (que usam essa tag) ao mudarem na web, sejam atualizados no programa de email de seus conhecidos.
     
    Alguns sites que usam MF:
    YAHOO Pipes: http://pipes.yahoo.com
    Democracy Player: (RSS de vídeo, com download de BitTorrent)
     
    O FireFox3 já virá com MF nativo (atualmente só suporta com uso de plug-in).
    Élcio sugere que você crie, leia e escreva MFs, a fim de conhecer melhor essa tecnologia, e ela se torne popular como o RSS.
     
    Palestra Ajax e design de interação: dois lados da mesma moeda.
    Frederick Van Amstel
    16h30
    Fred parece que já deu essa mesma palestra em outras oportunidades, sendo que esse assunto também é um dos textos de seu site (www.usabilidoido.com.br), mas a impressão que ficou foi de pré-estréia.
    Descontado o nervosismo, Fred citou informações interessantes como a origem do nome AJAX, criada por um programador chamado Jesse James Garret, que criou o termo para resumir "em linguagem clara e simples" o uso de "Asynchronous Javascript CSS DOM XML HTTPRequest", criando um nome e um marketing ao mesmo tempo. A idéia era trazer o modelo de programação do desktop para a web (web-baseado em aplicação), mas criou também uma contradição ao piorar a usabilidade dos sites (e daí o design de interação, título da palestra).
    Neste momento Fred fez da palestra um "momento interativo", usando os presentes como participantes de sua apresentação (coerente com o tema da palestra, aliás) exibindo cases de sites que, ao transportar certos procedimentos do desktop para a web (um clique para selecionar, dois para acionar, coisa que inexiste na web de clique único) acabam dificultando a vida de quem deseja uma interação melhor ao navegar na internet. Aliás, os exemplos foram tão diversos quanto numerosos, desde um usuário fictício (Pafúncio, que nunca se irrita com nada) até sites onde nada indica como se deve proceder para atingir o objetivo desejado.

    No final, Fred explicou que design de interação "não tem receita de bolo" e que para chegar a ele é necessário:
    - pesquisar sites semelhantes
    - pesquisar fóruns para saber a opinião dos usuários sobre os sites pesquisados
    - delinear fluxos de navegação
    - criar wireframes com esquemas de estrutura e de anotação (descrição de funcionalidades)
    - observar usuários no uso de seu site (e semelhantes pesquisados)
    Enfim, foi um bom encerramento do ciclo de palestras, embora eu tenha perdido as palestras da manhã.
    O evento, para não cair na repetição de um formato quase que "consagrado" (stands, palestras e intervalo de coffe-break - aliás, excelente), terminou com uma apresentação do Rafinha, famoso gaúcho que tem um site de humor na web brasileira. Muito engraçado, descontraiu o público muito bem.
     
    A Locaweb disponibiliza slides da palestra em seu site; para quem quiser ver fotos porque não pôde participar veja o BLOG da Locaweb.
    Ano que vem estaremos lá, se deus quiser!
     
    May 24

    Palestra Microsoft User Experience

    Local: ESDI, Rio de janeiro, Lapa.
    Data: 25/05/2007
    Horário: 11h às 12h
    Palestrante: Andy Cargile
     
    A palestra celebra o quarto ano consecutivo onde a Microsoft faz palestras na ESDI, frutos de intercâmbio entre a escola e a Microsoft (alunos da ESDI já estagiaram na Microsoft, ou tiveram projetos premiados nesta instituição).
    Andy Cargile, gerente de User Experience da Microsoft, é formado no IIT (Illinois Institute of Technology, EUA) e discorreu sobre os projetos de hardware (mouse, teclado, pen drive, etc) desenvolvidos pela empresa na área de "experiência de usuário" em computadores.
    Sala de projeção cheia, a palestra contou com a presença de Rodolfo Capeto (vice-diretor), Gabriel Patrocínio (diretor) e Noni Geiger (docente de graduação).
     
    Além de mostrar o desenvolvimento desta atividade na MS (há quase uma década) Andy discorreu sobre questões de projeto, uma vez que lidera uma equipe que efetivamente desenvolve estes produtos. Por exemplo, a MS fabrica teclados que incorporam comandos do mouse, ou permitem que o teclado (sem fio) recarregue a bateria do mouse apenas pela proximidade de ambos (!).

    Outros recursos interessantes seriam luz de leds nas teclas permitindo utilizar o teclado mesmo no escuro; o recurso de economia de energia no hardware (hibernação) foi ampliado, agora aproximidade com o teclado já tira o hardware do estado de hibernação. Um comentário engraçado foi o de que, na apresentação do conceito à gerência da MS foi perguntado
    "que tal um teclado que saia da hibernação apenas ao estar próximo dele (parado)"? "interessante";
    "e se o teclado sair da hibernação ao tocar nele?", "legal";
    "e se o teclado sair da hibernação ao se aproximar dele (em movimento) ?", "sensacional, incrível, é isso mesmo!!!".
    Ou seja, o conceito de "bom", "ruim" e "regular" é altamente subjetivo; saber apresentar a mesma idéia de maneiras diferentes pode ser fundamental, nesse sentido.

    A parte mais teórica da apresentação discorreu sobre os fatores sociais, culturais, de negócio e tecnológicos/design que devem ser considerados num projeto deste tipo. O próprio formato dos mouses atuais da MS remetem a formas muito mais orgânicas do que as que conhecemos hoje, pois estudos de ergonomia apontam que a LER (lesão por esforço repetitivo) ocorre em grande parte pela posição inclinada da mão em relação ao braço, ao empunhar o equipamento.
     
    A palestra foi boa, mas em inglês, sem intérprete nem tradução das perguntas, o que faz com que os presentes "não-fluentes" no idioma acompanhem basicamente pelos slides projetados com uma boa dose de bom-senso. O palestrante também não deixou e-mail de contato, o que dificulta tentar obter informações adicionais. Valeu, claro, pela oportunidade (não é todo dia que a Microsoft se desloca até abaixo do equador para trazer informação e conhecimento).
     
    Abaixo fotos do evento: Andy (Andrew), detalhe da projeção e imagens dos produtos discutidos.
     
     

    May 08

    Webdesign e humor na rede

    Alexandre Paim fez mais que escola (no caso, a ECO - Escola de Comunicação da UFRJ, Urca, RJ) fez um programa na rádio da universidade, e que depois virou um site na web, O mico na rede.
    À semelhança do Pânico (de outra rádio, a Jovem Pan) que foi para a TV,  Alexandre se juntou com os amigos e colegas de faculdade e levou o programa de rádio para uma mídia maior, no caso a internet. Antenado, em vez de fazer um site fez um BLOG com cara de site (utilizando ferramentas de atualização de conteúdo do Blogger). E como estar na web é necessário conhecimento sobre o assunto, se matriculou no SENAC do Centro, virou meu aluno para aprender mais e poder interferir melhor na estrutura do site.
    Tamanho empenho Não podia passar em brancas nuvens: resolví divulgar aqui sua iniciativa, que serve de exemplo para quem deseja entrar na área de web, ou empreender um negócio: tenha uma idéia na cabeça, invista algum tempo para concretizá-la e mãos a obra: o site de humor pode em breve captar patrocinadores, e num futuro próximo se financiar e aos seus realizadores.
    Quer dizer: Alexandre (na foto abaixo) é um empreendedor mesmo antes de terminar o curso. Que seus colegas de curso sigam o seu exemplo...
    Contatos pelo site ou neste email: omiconarede@gmail.com
     
    April 28

    Palestra WOC Adobe CS2

    Data: 26/04/2007
    Local: Shopping Downtown, Rio de Janeiro, RJ
    Horário: manhã e tarde (08h as 12h, 13h as 17h)
    Palestrantes: Gustavo Delvechio (Bridge, Photoshop, Illustrator, Indesign) e Almir R. Venegas (Acrobat CS3) 
     
    A WOC, centro de treinamento baseado em produtos Adobe em São Paulo, está abrindo filial no RJ e realizou palestra sobre a linha CS3 (Creative Suite 3) da Adobe. Extra-oficialmente está nos planos da WOC realizar nova palestra na Barra, em local mais amplo do que o (excelente) escritório no Downtown.
     
    Assistí a palestra da manhã, de Gustavo, sobre os softwares ligados à mídia impressa. Os produtos da linha CS3 agora tem a tela de abertura (splash screen) padronizados (ficou mais feio ao meu ver) o que significa que não há mais "ícones" para o Photoshop, Illustrator, etc. Agora são caracteres (iniciais ou acrônimos) que representam os mesmos. Outra mudança são as paletas que agora são representados por ícones, e não ficam mais "sobre" sua área de trabalho; agora ficam à parte, no canto direito da tela.
     
    O Adobe Bridge se propõe a ser um organizador de mídia ou conteúdo gerado pelos softwares da Adobe. Além da personalização da aparência do software (algo presente desde a versão CS2) agora o Bridge permite incluir metadados para facilitar a classificação, localização ou gerenciamento de documentos "adobe": você pode aplicar uma cor para um grupo de imagens ou documentos visualizados no Bridge. Além disso, pode-se dar zoom em miniaturas de imagens (algo como uma lente de aumento para miniaturas), agrupar várias miniaturas, entre outros recursos.
     
    O Illustrator apresenta, para variar, recursos que ainda não foram popularizados pelo Corel Draw, como o Live Color, Live Paint e Live Trace. Este último recurso, vetorização rápida de imagerns bitmap/mapa de bits (que foi descontinuado pela Corel embora já existisse desde a  versão 5 do Corel Draw) agora (re)surge com mais qualidade no Illustrator CS3.
    Um recurso interessante é a possibilidade de agrupar cores da paleta color em "pastas" para posterior uso. Uma aplicação prática está no chamado "Live Paint" que agiliza a tarefa de colorir imagens vetoriais; agora você pode colorir com menos cliques uma figura, já que as cores estão literalmente ao lado do cursor o tempo que desejar.
    O recurso Live color é semelhante, permite aplicar efeitos de matiz e saturação (do Photoshop) à grupos de cores, num diagrama semelhante ao disco de Munsell.
    Um recurso que já existia em programas Open-Source como o OpenOffice (Draw) ou o pagos como o Flash, foi aperfeiçoado no Illustrator; agora pode-se dar dois cliques num desenho e "isolá-lo" dos demais, trabalhando sem interferência do que está à sua volta (ou em outras camadas ou níveis de posicionamento).
    Outra boa sacada foi permitir o apagar de múltiplos desenhos selecionados (se liga Corel Draw!) além de ferramentas que indicam múltiplas áreas de corte (mídia impressa) ou áreas "seguras" para edição de vídeo, numa mesma página.
     
    Já o Photoshop, o mais esperado, traz mais aperfeiçoamentos daquilo que já existia do que "novidades". P.ex., agora exibe os histogramas (gráficos representativos de imagens) dentro dos recursos de ajuste de cor (Curvas, Níveis, etc). A própria opção de Curvas de Cor agora exibe os 3 gráficos das cores (RGB, p.ex.) simultaneamente.
    O chamado "smart objects" permite mágicas do tipo reduzir uma imagem a uma fração do tamanho original e depois crescê-la no tamanho anterior, sem perda de qualidade. Explicando: agora você pode vincular a imagem aberta a um arquivo externo, em vez de editá-lo de fato na tela do programa.
    Os demais recursos (ou melhoramentos) são tão variados quanto interessantes: agora se pode fazer seleção nas áreas onde o cursor passa (quick selection tool); unir duas imagens em camadas diferentes equilibrando as cores e mascarando as arestas com apenas um clique do mouse (auto blend layer); clonar imagem de múltiplos pontos pré-definidos;  importar uma imagem de um vídeo digital; visualizar imagem num simulador de várias marcas de celular (com reflexo de luz na tela, na sombra, no escuro...); transformação em perspectiva com vários pontos de fuga... é muita coisa, e o mais interessante é o formato HDR (High Dynamic Range), que permite ter uma foto em 96 bits (!), a partir de várias fotos duma mesma cena, reunidas; isto facilita o ajuste de cor, iluminação, contraste de maneira impressionante. 
     
    Um recurso que estende as opções de exportação de imagens em HTML é o Zoom in File, que gera um HTML de grupos de imagens, com zoom. Parece que é um XML com alguma outra tecnologia (?). 
     
    O PhotoshopCS3 é quase um programa novo, se comparado com a versão CS.
     
    O InDesign foi o encerramento; ele agora permite importar múltiplas imagens para múltiplos frames/quadros, de uma vez só. Outra boa sacada foi reunir múltiplos efeitos numa única tela (como no Photoshop) ou exibir um help ou ajuda (rebatizado de "quick help"), que lista uma descrição de todos os assuntos assuntos relacionados à sua busca, de modo adaptativo (sem enter ou botão "ok").
     
    Outras informações interessantes: o formato SVG, depois da compra da Macromedia, criadora do Flash, foi descontinuado pela Adobe como plataforma de desenvolvimento de produtos de animação/desenho vetorial para web, mas será suportado por um novo visualizador, chamado APOLO, um plug-in para visualizar arquivos SWF (Flash) e SVG (padrão W3C).
     
    Não pude ficar para a palestra da tarde, mas conseguindo um resumo do evento, fotos ou imagens posto aqui.
     
    Parabéns a WOC pela excelência!
     
     
     
    April 11

    Palestra HfG na ESDI


    Data: 9 de abril 2007
    Horário: 18h30
    Local: Esdi, Rua Evaristo da Veiga, 95, Lapa, Rio de Janeiro, RJ
    A palestrante, Marcela Quijano, curadora do HfG-Archiv (Alemanha), instituição responsável pela preservação da memória e acervos da Hochschule für Gestaltung Ulm, escola que foi modelo para a criação da Esdi e onde estudaram Karl Heinz Bergmiller e Alexandre Wollner os seus fundadores. Marcela falou além da trajetório da HfG-Ulm: discorreu sobre a evolução do ensino da escola que incorporou matérias como semiótica (inicialmente ministrada por designers) ao perceber que o desenho, sozinho, não resolvia as questões e necessidades de projeto da época (anos 60). Atividades de arte aplicada (origami em projetos de vestuário temático), interdisciplinares (envolvendo designers, arquitetos e engenheiros) e criativas foram a tônica da escola, que, como a sua antecessora, a Bauhaus, influenciou tanto o design quanto o ensino desta matéria no mundo.
    Uma crítica feita a esse período foi a ênfase na metodologia, que tornou os projetos muito parecidos entre sí, com reflexos nas soluções desenvolvidas (idéia de modularização, colorido semelhante, formas geometrizadas, etc).
    Boa parte do design brasileiro estava presente, desde Goebel Wayne, passando por João Bezerra, Washington Lessa e Joaquim Redig (foto).
    Na platéia, Anderson Freitas, meu colega de mestrado na ESDI (também na foto, sentado) prestigiou o evento.
    March 19

    Palestra Tv Digital

    Palestrante: Thaís Waisman
    Local: ESDI
    Data: 19 e 20 de março, 2007
    Horário: manhã e tarde (09h/12h e 14h/17h)
    Parece que o tema está virando coqueluche, já é o segundo evento que assisto sobre TV Digital. Thaís, profissional multimídia (ou melhor, crossmedia!) de Goiânia e que trabalha por todo o país descreveu com ótimo humor a TV digital com riqueza de detalhes que realmente impressiona. A palestra reuniu conceitos mais do que definitivos ("comunicação não é o que você fala, mas o que o outro entende") informações técnicas (TVD, Set Top Box, SBTVD, PPV, VOD, DVR, EPG que significam: TV Digital, decodificador de sinais para TV Digital, Sistema Brasileiro de TV Digital, Pay-Per-View, Video On Demand, Digital Video Recorder, Eletronic Program Guide), formatos de tela x resolução de TV digital... enfim, Thaís, que é Mestre em comunicação e semiótica pela PUC-SP (EAD corporativa), MBA Executivo em Marketing pelo IBMEC-SP e doutora em Usabilidade e Multimeios pela USP (ufa!) fez da palestra um bate-papo, uma torrente de informação sobre design, crossmedia/convergência digital com exemplos de projetos desenvolvidos, como a versão interativa dos programas Mais Você (Ana Maria Braga, TV Globo), Amazonsat e a cobertura do carnaval da TV Globo, entre outros.
    Uma das (várias) interessantes observações do encontro é que "o bom design não é percebido", ao contrário do mau design; e simplicidade não é sinônimo de falta de conteúdo - simplificar o complexo (necessidade das interfaces para TV) é difícil, complicar o fácil qualquer um faz... O melhor exemplo disto são os controles remotos de TV: qualquer um percebe que reduzir o número de botões acaba sendo mais eficiente do ponto de vista da usabilidade que as interfaces que conhecemos.
    O segundo dia foi dividido entre exibição de vídeos sobre TV Digital em vários países e um workshop onde o objetivo era apresentar proposta para uma revista digital eletrônica (EPG) e uma programação para TVD. Teve de tudo: telas feitas no analógico e no computador, com humor e ousadia tecnológica... Foi um encerramento muito legal.
    Como cada slide de Thaís equivale a uma monografia, posto aqui algumas  fotos da palestra com propostas para o programa "Mais Você" da TV Globo (na sequência, da esquerda para a direita - depois da intervenção de Thaís: fotos de telas com fundo "arco-íris"; antes da Thaís: foto(s) com fundo/áreas em azul marinho). No final, fotos do Workshop (pra variar eu não apareço...).
    Parabéns a Thaís pelo fôlego, André Monat por trazê-la a ESDI e a nós, graduados, mestrandos e visitantes pela oportunidade que estamos tendo.